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Guitarra elétrica: como é feita, como soa, como tocar

A guitarra elétrica tem seis cordas como qualquer violão, mas sozinha ela quase não faz barulho. Os captadores no corpo transformam a vibração das cordas em eletricidade, e um amplificador transforma essa eletricidade no som que você ouve. Como o som vira eletricidade primeiro, ele pode ficar mais alto, distorcido ou ganhar todo tipo de cor nova.

Revisado em 9 de outubro de 2026

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Conheça a guitarra elétrica

A guitarra elétrica é um instrumento de cordas dedilhadas: você toca uma corda com uma palheta ou com o dedo e ela vibra. A diferença é que essa vibração é transformada em corrente elétrica, e um amplificador separado (um amplificador mais um alto-falante) faz o som. As primeiras guitarras elétricas eram ocas, iguaizinhas aos violões. Hoje o tipo mais comum tem corpo maciço, porque o som vem dos captadores e do amplificador, e não de um corpo oco ressoando.

Também existem guitarras semiacústicas e ocas (hollow body). O corpo delas é oco, às vezes com um bloco de madeira maciça no meio para segurar os captadores e a ponte. Elas soam mais quentes, mas, desligadas, continuam sem volume suficiente. Outra parente é a lap steel (ou guitarra havaiana), deitada no colo e tocada com um slide, e a história da guitarra elétrica começa por ela.

O sistema Hornbostel–Sachs original, de 1914, para classificar instrumentos não tinha instrumentos elétricos; a revisão MIMO de 2011 acrescentou os eletrofones e colocou a guitarra elétrica no grupo 513, cordofones eletroacústicos. Pelo formato, porém, ela continua junto com os violões comuns no grupo 321.322, alaúdes de braço com caixa.

Família
Instrumento de cordas (dedilhadas, amplificadas eletricamente)
Classificação
Cordofone eletroacústico, 513 (pelo formato, igual ao violão, 321.322)
Extensão (som real)
E2 a D6 (22 trastes) ou E6 (24 trastes), calculada pelo número de trastes
Clave
Clave de sol
Transposição
Soa uma oitava abaixo do que está escrito
Formato comum
6 cordas, cordas soltas E2–A2–D3–G3–B3–E4; normalmente 21, 22 ou 24 trastes

As partes da guitarra elétrica

Da mão até a ponta do corpo, cada parte faz um de dois trabalhos: define o comprimento e a tensão da corda que vibra, ou transforma a vibração em eletricidade. Cada corda fica esticada entre a pestana e a ponte, e a distância entre as duas define a nota da corda solta. O corpo normalmente é feito de uma ou mais peças de madeira maciça, quase sempre amieiro (alder), freixo (ash), bordo ou mogno.

As medidas mudam de modelo para modelo. Uma Fender Player II Stratocaster tem escala de 25,5 polegadas (648 mm) e 22 trastes; uma Gibson Les Paul Standard 60s tem escala de 24,75 polegadas (628,65 mm) e 22 trastes; uma Ibanez RG550 tem 24 trastes. Em algumas guitarras, como a Telecaster, o braço é preso ao corpo com parafusos, o que barateia a fabricação e facilita os consertos.

Um cabo é ligado na saída (jack) da guitarra e vai até um pedal de efeito ou um amplificador.

As partes da guitarra elétrica
  1. Mão headstock

    A ponta do braço, onde ficam as tarraxas.

  2. Tarraxas tuning machines / tuners

    Girar uma tarraxa enrola a corda em volta de um pino; mais esticada quer dizer mais aguda. As boas não escorregam quando você solta, e algumas travam a corda no lugar.

  3. Pestana nut

    Uma pequena peça com sulcos que segura as cordas, muitas vezes de plástico duro, osso ou material sintético. Guitarristas fazem muito bend, então ela precisa ser lisa; senão a corda prende e desafina.

  4. Braço e escala neck / fingerboard (fretboard)

    Onde a mão que faz as notas aperta as cordas. Apertar encurta a parte que vibra, e a nota sobe.

  5. Trastes frets

    Tiras de metal encaixadas na escala que fixam a nota quando você aperta a corda. As posições deles são cortadas com precisão por máquinas controladas por computador.

  6. Corpo body

    Normalmente de madeira maciça. Numa guitarra de corpo maciço, o som não depende da ressonância do corpo.

  7. Captadores pickups

    Um ímã enrolado com fio fino de cobre. Quando uma corda vibra em cima dele, o captador manda um sinal elétrico.

  8. Chave seletora pickup selector switch

    Escolhe quais captadores você ouve. A Stratocaster tem 5 posições: um captador, ou dois juntos.

  9. Controles de volume e tonalidade volume / tone controls

    Botões (potenciômetros) que ajustam o volume e o timbre.

  10. Ponte bridge / tremolo (vibrato) bridge

    Segura a outra ponta das cordas. A ponte com alavanca (tremolo) pode se mexer, então uma alavanca muda a tensão das cordas e a nota.

De onde vem o som

Toque uma corda e ela balança para lá e para cá. A nota dela depende de três coisas: comprimento, tensão e peso. Aperte a corda num traste e ela fica mais curta, então soa mais aguda; gire a tarraxa para esticá-la e ela também soa mais aguda. Com o mesmo comprimento e a mesma tensão, uma corda mais pesada soa mais grave, assim como um elástico esticado soa mais agudo quanto mais você puxa.

Os trastes seguem uma regra: cada um corta cerca de 1/18 do comprimento de corda que sobra. Cada traste sobe a nota cerca de 98,9 cents, bem perto do semitom temperado de 100 cents; é por isso que os trastes ficam mais juntos conforme você sobe, como uma escada com degraus cada vez mais estreitos. Cordas vizinhas ficam a uma quarta justa uma da outra, menos a terceira corda (G3) e a segunda (B3), que ficam a uma terça maior.

As cordas de aço da guitarra elétrica são atraídas por ímãs. O captador é um ímã enrolado com uma bobina de fio bem fino. Quando uma corda de aço vibra perto do ímã, ela muda o fluxo magnético que passa pela bobina e, pela lei de Faraday, isso cria uma tensão elétrica que vai mudando. O farol de dínamo da bicicleta funciona com a mesma ideia: mexa um ímã e uma bobina um em relação ao outro e sai eletricidade.

Esse sinal elétrico vai então para o amplificador. O pré-amplificador sobe o sinal do captador até o nível de linha, bom para moldar o timbre e colocar efeitos; o volume master do amplificador de potência define o quanto o alto-falante toca alto. Pense assim: primeiro deixar um cochicho claro, depois entregá-lo a um megafone.

A corda não balança só inteira; ela também vibra em duas, três, quatro partes e mais, tudo ao mesmo tempo. Esses são os harmônicos dela, e cada um tem pontos que quase não se mexem, chamados nós. Se um captador fica bem embaixo de um nó de um harmônico, esse harmônico é abafado, e o ponto onde você toca funciona do mesmo jeito: tocar perto da ponte soa mais brilhante e tocar mais longe soa mais quente. É como uma corda de pular: os pontos nas mãos de quem segura quase não se mexem, enquanto o meio balança muito.

É por isso que a posição do captador muda o som: numa guitarra com dois humbuckers, o captador da ponte normalmente é mais brilhante e mais agressivo, e o do braço mais quente e mais suave.

O captador single-coil (de bobina simples) é uma bobina em volta de um ímã: brilhante e claro, mas pega com facilidade o zumbido da rede elétrica (60 Hz em lugares como o Brasil e os Estados Unidos). O humbucker usa duas bobinas enroladas em sentidos opostos, com os polos magnéticos invertidos; assim a interferência de fora aparece nas duas bobinas mais ou menos igual e ao contrário, e uma cancela a outra. É como duas pessoas empurrando uma porta, cada uma de um lado: ela não se mexe.

Existem outros tipos de captadores também. O P-90 é um single-coil com bobina mais larga: mais agressivo, com mais saída e menos zumbido. Ímãs de cerâmica soam brilhantes e fortes, enquanto os de alnico soam mais quentes e mais vintage. A maioria dos captadores é passiva e não precisa de energia; os captadores ativos funcionam com uma bateria dentro da guitarra e dão um sinal mais forte, e uma chave de coil split desliga uma bobina do humbucker para ele funcionar como um single-coil.

O amplificador só consegue amplificar até certo ponto. Passe desse limite e o topo das ondas é cortado: isso é a distorção. Um amplificador valvulado vai arredondando os picos aos poucos, enquanto um transistorizado os corta retos na tensão da fonte, o que soa mais áspero. A distorção acrescenta muitos harmônicos, então o som fica mais encorpado, e o botão de ganho (gain) do amplificador controla quanta distorção você tem: como pôr água num copo pequeno demais, o que passa da borda transborda.

Como o som é eletricidade, ele pode passar por pedais de efeito antes do amplificador. O compressor abaixa as partes fortes; o chorus faz uma parte soar como se fossem dois músicos; o delay dá ecos que dá para ouvir separados, enquanto o reverb usa cópias tão juntas que não dá para separar, como cantar no banheiro. Uma ordem comum é a distorção primeiro, chorus e delay no meio e o reverb por último, mas não existe regra absoluta.

Experimente: estique um elástico em volta de uma caixa aberta. Toque bem no meio, depois toque perto de uma ponta. Perto da ponta ele soa mais agudo e brilhante, pelo mesmo motivo que a guitarra elétrica soa mais brilhante quando você toca perto da ponte.

Como tocar

A maioria dos guitarristas usa palheta. Segure-a entre o polegar e a lateral do indicador, com o indicador apontando para a ponta da palheta, sem ficar para fora. Segure firme, mas sem apertar demais: apertada demais, a mão cansa e trava; frouxa demais, a palheta balança ou até voa longe. Deixe mais palheta para fora para fazer batidas e menos para notas soltas precisas.

Afine antes de tocar. Na afinação padrão, as seis cordas são E, A, D, G, B, E, da mais grave para a mais aguda, e quase todos os acordes e técnicas que você aprende no começo usam essa afinação. A outra mão aperta as cordas logo atrás de um traste: a corda fica mais curta, e cada casa em direção ao corpo sobe a nota um semitom.

Algumas técnicas fazem as notas “cantarem”. No bend, você empurra a corda para cima ou puxa para baixo; nos dois casos a nota sobe, porque a corda fica mais esticada, e fazer bend é mais fácil na guitarra elétrica do que no violão. O vibrato é um bend bem pequeno, de cerca de um quarto de tom, repetido várias vezes, como o tremidinho numa nota longa de um cantor; ele dá sustentação e expressão.

O hammer-on é quando um dedo da mão que faz as notas bate a corda contra um traste, como um martelinho, para fazer soar uma nota; o pull-off é quando o dedo puxa a corda de leve ao sair, passando para uma nova nota. Os dois mudam a nota só com a mão que aperta as cordas, e muitas vezes são usados juntos. No slide, você toca uma nota e desliza o dedo pela mesma corda até outra casa, ou usa um slide de metal num dedo.

A mão que toca as cordas também pode mudar o som. No palm mute (abafar com a palma), apoie a lateral da palma da mão nas cordas perto da ponte, e as notas saem curtas e secas (staccato). Se a guitarra tiver ponte com alavanca, empurrar ou puxar a alavanca faz a nota descer e subir, e uma ponte com trava dupla (double-locking) pode mudar muito a nota e mesmo assim voltar afinada.

  • Toque a corda mais grossa sem apertar nada: E2, a nota mais grave da afinação padrão.
  • A sexta corda solta, E2, depois a quinta corda solta, A2: cordas vizinhas a uma quarta justa de distância.
  • Na mesma primeira corda: E4 solta, depois a 17ª casa dá A5, 17 semitons acima.

Extensão e escrita

Guitarristas leem na clave de sol. Mas a música para guitarra tem um pequeno segredo: as notas no papel soam uma oitava abaixo. Algumas partituras colocam um pequeno 8 embaixo da clave de sol para lembrar; muitas não colocam, mas o som continua uma oitava abaixo.

Por exemplo, a sexta corda solta é escrita como E3, o E abaixo do Dó central, que fica embaixo da terceira linha suplementar inferior. O que você ouve de verdade é E2, cerca de 82,4 vibrações por segundo (calculado a partir de A2 = 110 Hz). As seis cordas soltas soam E2, A2, D3, G3, B3 e E4.

Até onde você consegue subir depende dos trastes. A primeira corda, E4, sobe um semitom por traste; então 22 trastes chegam ao D6 e 24 trastes ao E6 (calculado pelo número de trastes). Com harmônicos e bends dá para ir ainda mais alto.

A música para guitarra muitas vezes vem também em tablatura: seis linhas que representam as seis cordas da guitarra.

Escrito
Som real
6ª corda solta: escrita E3, soa E2, uma oitava abaixo (desenhada na clave de fá).
E2 – E6

Ouça

  • Direto do captador, sem amplificador e sem efeitos. Este é o som cru da corda, antes de o amplificador moldá-lo.
  • Afinada em 110 vibrações por segundo. Compare com o E2: uma quarta justa acima.
  • O meio da guitarra. Daqui até a próxima corda acima é uma terça maior, e não uma quarta.
  • Duas oitavas acima da corda mais grave. Escute como ela é fina e brilhante.
  • A primeira corda na 17ª casa. A corda fica curta, então a nota é aguda e some depressa.

História e família

Nos anos 1920, George Beauchamp, um guitarrista de steel guitar em Los Angeles, queria um instrumento de cordas mais forte. Em 1931, com a ajuda de Adolph Rickenbacker, ele fez a primeira guitarra elétrica de verdade e, naquele ano, os dois abriram uma empresa chamada Ro-Pat-In, que logo mudou de nome para Electro String. Por causa do formato, a guitarra ganhou o apelido de Frying Pan (“frigideira”).

Harry Watson esculpiu o protótipo de madeira em poucas horas; a versão de produção era de alumínio fundido. A patente foi pedida em 1934 e só concedida em 1937, e o escritório de patentes no começo não conseguia decidir se aquilo era um aparelho elétrico ou um instrumento musical.

A Gibson lançou seu primeiro captador eletromagnético em 1935 e o instalou na ES-150 em 1936. O guitarrista de jazz Charlie Christian a deixou famosa: com a amplificação, os guitarristas puderam ir para a frente do palco como solistas.

Les Paul construiu uma guitarra elétrica de corpo maciço em 1941 e levou a ideia para a Gibson em 1945. Em 1950, a Fender lançou a Esquire e a Broadcaster (que virou Telecaster em 1951), normalmente consideradas as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço fabricadas em série. Em 1951, a Gretsch reclamou do nome Broadcaster, e no começo daquele ano as guitarras foram chamadas de Nocaster.

A primeira guitarra de corpo maciço da Gibson, a Les Paul, saiu em 1952 e, em 1954, a Fender lançou a Stratocaster, com três captadores. Para acabar com o zumbido, Seth Lover, da Gibson, inventou o humbucker, usado pela primeira vez na ES-175 em fevereiro de 1957. Nos anos 1960, os fabricantes começaram a colocar efeitos como tremolo, wah-wah e distorção no pré-amplificador.

A guitarra elétrica tem muitos parentes. No mesmo grupo 513 estão o violino elétrico e pianos elétricos como o Neo-Bechstein e o Yamaha Electric Grand. O Fender Precision Bass, lançado em 1951, foi o primeiro baixo elétrico de sucesso comercial.

  1. 1931
    George Beauchamp e Adolph Rickenbacker fazem a Frying Pan
  2. 1935
    O primeiro captador eletromagnético da Gibson
  3. 1936
    A Gibson instala o captador na ES-150
  4. 1937
    A patente de Beauchamp é concedida (pedida em 1934)
  5. 1941
    Les Paul constrói uma guitarra elétrica de corpo maciço
  6. 1946
    A Gibson lança o captador single-coil P-90
  7. 1950
    Fender Esquire e Broadcaster (que virou Telecaster em 1951)
  8. 1951
    Fender Precision Bass, o primeiro baixo elétrico de sucesso comercial
  9. 1952
    Gibson Les Paul, a primeira guitarra de corpo maciço da Gibson
  10. 1954
    Fender Stratocaster, com três captadores
  11. 1957
    O humbucker aparece pela primeira vez na Gibson ES-175 (patente concedida em 1959)
  12. 1977
    A chave da Stratocaster passa de 3 para 5 posições

Para começar e cuidados

A sua primeira guitarra elétrica tem que ser confortável e fácil de tocar; se não for, talvez você perca a vontade de praticar. Sente-se com ela: a mão que faz as notas tem que alcançar a ponta mais distante da escala. Se não alcançar, escolha uma escala menor, que também tem menos tensão nas cordas e é mais fácil de apertar. O problema mais comum numa guitarra nova é a ação (a altura das cordas) alta demais, e o melhor é pedir para um técnico de guitarra (luthier) qualificado regular.

A guitarra elétrica precisa mesmo de um amplificador. Um kit para iniciantes muitas vezes vem com a guitarra, um afinador, uma correia, um cabo, uma capa (bag), palhetas e um pequeno amplificador de estudo, e muitos amplificadores de estudo têm saída para fone de ouvido, para praticar sem barulho.

Limpar as cordas depois de cada vez que tocar faz elas durarem mais, e a limpeza regular evita que suor, poeira e gordura estraguem a aparência e o toque. As guitarras gostam de cerca de 45–55% de umidade e cerca de 18–24 °C; mudanças bruscas podem empenar ou rachar a madeira e causar trastejamento. Se a guitarra ficou dentro do carro, não abra o estojo logo de cara numa sala com ar-condicionado.

A madeira incha e encolhe com as estações do ano, então a ação muitas vezes precisa de um ajuste de estação, e trocar para um calibre de corda diferente normalmente pede um ajuste no tensor dentro do braço. Se você não se sente seguro para fazer esses ajustes, deixe para um técnico qualificado; a Fender sugere uma revisão mais ou menos a cada 6 meses. Não existe um prazo fixo para trocar as cordas: troque quando estiverem gastas, enferrujadas ou sujas, ou quando não soarem mais brilhantes.

  • Está ouvindo um zumbido no amplificador? Captadores single-coil pegam com facilidade o ruído da rede elétrica; os humbuckers diminuem muito esse ruído.
  • Um trastejamento quando você aperta uma nota pode querer dizer que a ação está baixa demais, ou que a temperatura e a umidade mudaram rápido demais.
  • Desafinou depois do bend? Talvez a pestana não esteja lisa o bastante e a corda esteja prendendo.
  • Cordas: em geral, as mais finas são mais fáceis de apertar e de fazer bend e soam mais brilhantes, mas arrebentam com mais facilidade; as mais grossas dão mais volume e sustentação.
  • Palhetas: as finas costumam servir para batidas; as mais grossas servem para base e solo na guitarra elétrica.
  • Segure a palheta firme, mas sem apertar demais: apertada demais pode dar câimbra; frouxa demais, ela balança ou até voa da sua mão.
  • Se a ação estiver alta demais, ou se o braço estiver curvado demais, as cordas ficam longe da escala e são difíceis de apertar.
  • A Fender observa que, quando uma guitarra passa de um lugar quente para uma sala fria, a madeira encolhe ao esfriar e a afinação pode cair bastante: afine de novo.

Som de piano: Salamander Grand Piano, de Alexander Holm (CC BY 3.0).

Instrumentos

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