Piano: como é feito, como soa, como tocar
O som do piano vem das cordas, mas quem faz as cordas soarem é uma fileira de pequenos martelos. Aperte uma tecla e um martelo bate numa corda: aperte de leve e o som sai fraco; aperte com força e ele sai forte e cheio. Esta página mostra o que fica escondido dentro de um piano e como começar a tocar.
Nesta aula
Conheça o piano
O piano é um instrumento de cordas com teclado. Quando você aperta uma tecla, a mecânica (o conjunto inteiro de alavancas que leva o seu movimento até o martelo) lança um martelo coberto de feltro contra cordas de metal. Como ele pode tocar fraco ou forte dependendo de como você aperta, foi chamado de pianoforte: em italiano, piano quer dizer fraco e forte quer dizer forte. Em 1711, Scipione Maffei o chamou de “cravo com fraco e forte” (gravecembalo col piano e forte), a primeira vez que apareceu o nome que viria depois.
O som vem das cordas, por isso ele fica junto dos instrumentos de cordas. Mas as cordas são golpeadas por martelos, como num saltério de martelos, então ele também se parece um pouco com um instrumento de percussão. No sistema Hornbostel–Sachs, ele está entre as cítaras, no grupo dos cordofones: cordas percutidas com martelos e tocadas por um teclado.
Existem dois tipos principais. O piano de cauda tem as cordas paralelas ao chão e mede mais ou menos de 1,5 m até um pouco mais de 2,7 m de comprimento; o piano vertical deixa as cordas em pé, na vertical, para ocupar menos espaço. Um piano moderno tem 88 teclas: 52 brancas e 36 pretas, cerca de 7¼ oitavas.
- Família
- Instrumento de teclas (também instrumento de cordas)
- Classificação
- Cordofone, tipo cítara, cordas percutidas com martelos, com teclado (H–S 314.122-4-8)
- Extensão (som real)
- A0 a C8 (88 teclas)
- Claves
- Pauta dupla (clave de sol + clave de fá)
- Transposição
- Não transpositor (soa como está escrito)
- Tamanhos comuns
- Cauda: cerca de 1,5 a mais de 2,7 m de comprimento; verticais nos tipos espineta, console e estúdio
As partes do piano
Um piano tem mais de dez mil peças, e a maior parte delas está na mecânica. A lista abaixo segue o caminho do som: do seu dedo até o martelo, e daí até as cordas e o tampo harmônico.
Todas as cordas juntas puxam a estrutura com uma força de cerca de 20 toneladas (as fontes falam de 18 a 30 toneladas, dependendo do piano). Cada corda é esticada com cerca de 80–90 kg. É por isso que o piano precisa de uma estrutura de ferro fundido.
Veja o Steinway Model D, um piano de cauda de concerto muito usado: 274 cm de comprimento, 156 cm de largura e 483 kg. O aro dele é feito de 17 camadas de bordo duro curvadas juntas numa peça só (uma patente da Steinway de 1878). As teclas são de abeto europeu, e a mais longa mede 62,2 cm; o tampo harmônico é de abeto Sitka, com 9 mm de espessura no meio e 6 mm nas bordas; os martelos são de feltro de lã sobre madeira de carpino.
Algumas peças ficam dentro ou atrás do instrumento, onde o desenho não consegue mostrar; os números indicam mais ou menos onde elas estão.

- 1Teclas keys
Pequenas alavancas que você aperta com os dedos; elas levam o movimento para dentro.
- 2Mecânica action
O conjunto de alavancas que transforma o toque na tecla numa batida do martelo; o escape deixa o martelo voltar na mesma hora.
- 3Martelo hammer
Um martelo de madeira coberto de feltro que bate na corda.
- 4Abafador damper
Encosta na corda por cima quando você solta a tecla, e o som para.
- 5Cordas strings
Cordas de aço; as cordas graves são enroladas com cobre. Cerca de 220–240 ao todo.
- 6Cravelhas tuning pins
Pinos de aço que seguram uma ponta de cada corda; girá-los afina a nota.
- 7Harpa (chapa de ferro) frame / plate
Uma grande estrutura de ferro fundido que aguenta a tração de todas as cordas.
- 8Cavalete bridge
Uma tira de madeira que apoia as cordas e leva a vibração delas para o tampo harmônico.
- 9Tampo harmônico soundboard
Uma grande tábua de abeto que transforma a vibração pequena das cordas num som grande.
- 10Pedais pedals
O piano de cauda tem três: o una corda à esquerda, o tonal (sostenuto) no meio e o de sustentação à direita.
De onde vem o som
Aperte uma tecla e o martelo bate na corda. Mas uma corda sozinha é muito baixinha, como um único elástico esticado. Uma ponta dela se apoia no cavalete, que é colado no tampo harmônico; assim a vibração passa para a tábua grande, e a tábua empurra o ar. É como colocar o celular dentro de uma tigela vazia: a tigela vibra junto e o som cresce.
A parte mais engenhosa do piano é que o martelo volta logo depois de bater na corda, para não ficar encostado nela e abafar o som. Isso é o escape, um pouco como encostar o dedo numa panela quente e tirar na hora.
Cada tecla tem as suas próprias cordas, com a altura já fixa; por isso você escolhe uma tecla, em vez de mudar o comprimento da corda com o dedo como no violino. Quanto mais curta, mais fina e mais esticada a corda, mais aguda a nota. As cordas graves são enroladas com cobre para ficarem mais pesadas, como enrolar lã grossa numa corda de pular para ela girar mais devagar; assim elas soam graves sem precisar ser enormes de compridas.
No meio e no agudo, cada tecla tem 3 cordas soando juntas; mais para o grave passam a ser 2, e as notas mais graves têm só 1. Quando a corda passa a energia para o tampo harmônico, ela entrega muito, depressa, no começo, e depois bem mais devagar. Por isso a nota do piano primeiro diminui rápido e depois continua soando baixinho por muito tempo, como uma pedra jogada na água: um grande “tchibum”, depois ondinhas lentas.
O martelo bate mais ou menos a 1/7 do comprimento da corda (varia de região para região), o que enfraquece o 7º harmônico (a 7ª nota da série harmônica), que soa áspero junto com as outras notas. As cordas do piano são grossas e duras, como uma régua de aço, que é mais difícil de dobrar do que um elástico; por isso os harmônicos de cima ficam um pouquinho mais altos, e os afinadores “esticam” levemente a afinação inteira. O quanto se estica em toda a extensão depende do piano: cerca de 45 cents num Steinway Model M e 60 cents num Model D (1 cent é um centésimo de semitom).
O feltro de lã do martelo é especial: ele é macio quando tocado de leve e fica mais duro quanto mais é apertado, como uma esponja. Por isso, quando você toca de leve, o som é suave, e quando toca forte, ele não fica só mais alto, mas também com um caráter mais forte.
Assim que o dedo sai da tecla, o feltro do abafador encosta na corda e o som para, como pôr a mão num balanço que está balançando. As cordas que você não tocou também vibram um pouquinho junto com as outras. Essa ressonância por simpatia dá ao piano acústico o seu som rico.
Experimente: num piano acústico, segure o pedal da direita (ele levanta todos os abafadores das cordas), cante um “aaah” bem forte na direção das cordas e pare de repente. Escute: as cordas respondem com a nota que você cantou. Isso é vibração por simpatia.
Como tocar
Coloque a banqueta no meio do teclado, de frente para o piano, e sente na metade da frente dela. Deixe os dois pés apoiados no chão, os ombros e os braços soltos e as costas retas. Ajuste a altura para os cotovelos ficarem mais ou menos na altura das teclas; a distância está certa quando o seu punho fechado, com o braço esticado para a frente, encosta de leve na tampa das teclas.
Deixe a mão como se estivesse segurando um ovo com cuidado, ou com a curva natural da mão pendurada ao lado do corpo. Os dedos são numerados: polegar 1, indicador 2, médio 3, anelar 4, mínimo 5. Use mão, pulso e antebraço como uma coisa só e deixe o peso do antebraço cair nas teclas, assim os dedos não precisam empurrar com força.
As notas graves ficam à esquerda e as agudas à direita. As teclas pretas vêm em grupos de 2 e de 3: as teclas brancas em volta de um grupo de 2 são C, D e E, e em volta de um grupo de 3 são F, G, A e B. As alturas do piano já estão prontas; o que você decide é qual tecla, com quanta força e com que rapidez solta, e tudo isso muda a expressão.
Para tocar a escala de C maior com a mão direita, use 1-2-3 em C, D, E, depois passe o polegar por baixo até o F e toque 1-2-3-4-5 até o próximo C; na descida, o dedo 3 passa por cima do polegar. A mão esquerda usa o desenho contrário: 5-4-3-2-1, depois 3-2-1. Nas escalas, o polegar não vai nas teclas pretas.
O pedal da direita é o pedal de sustentação (ou dos abafadores): ele levanta todos os abafadores, então as notas continuam soando depois que você solta. Bem usado, deixa o som mais cheio e mais forte; segurado tempo demais, embaralha as harmonias. Na troca de acordes, use o pedal sincopado (pedal legato): toque primeiro as notas novas, depois levante o pedal e aperte de novo (“toca, sobe, desce”). Deixe o calcanhar no chão e use a parte da frente do pé, em vez de levantar a perna inteira.
O pedal da esquerda é o pedal suave (una corda). No piano de cauda, ele desloca a mecânica inteira para o lado, e os martelos batem em menos cordas, deixando o som mais baixo e mais suave; no piano vertical, ele aproxima os martelos das cordas. O pedal do meio do piano de cauda é o pedal tonal (sostenuto), que mantém soando só as teclas que você já estava segurando quando apertou o pedal; é o menos usado dos três. No piano vertical, o pedal do meio normalmente é um pedal de estudo, que abaixa uma tira de feltro entre os martelos e as cordas.
Staccato quer dizer notas curtas e soltas; trinado (trilo) quer dizer alternar duas notas o mais rápido que você conseguir. No piano de cauda, o martelo volta pelo próprio peso, então uma tecla pode repetir mais de dez vezes por segundo; no vertical, o martelo volta com uma mola, cerca de 7 vezes por segundo.
Problemas comuns de quem está começando: banqueta baixa demais; a articulação da ponta do dedo (a que fica logo acima da unha) dobrando para trás, principalmente no indicador e no anelar; o pulso torto; e pisar com força no pedal quando fica nervoso.
- 1-2-3 em C D E, o polegar passa por baixo até o F, depois 1-2-3-4-5 até o próximo C. Preste atenção para a passagem do polegar soar tão lisa quanto todas as outras notas.
- A partir do C de cima, toque 5-4-3-2-1 descendo até o F, depois o dedo 3 passa por cima do polegar para o E, o D e o C.
- Toque as notas do acorde de C (C, E, G) uma de cada vez, subindo, como dedilhar uma harpa. A mão abre mais do que para um acorde.
Extensão e escrita
A música para piano é escrita na pauta dupla: uma pauta com clave de sol em cima e uma com clave de fá embaixo. Quem está começando normalmente lê a clave de sol com a mão direita e a clave de fá com a esquerda. O Dó central (C4) fica entre as duas pautas; pode ser escrito logo acima da pauta da clave de fá ou logo abaixo da pauta da clave de sol.
As 88 teclas vão da nota mais grave, A0 (27,5 vibrações por segundo), até a mais aguda, C8 (cerca de 4186 por segundo). O A acima do Dó central, A4, é a nota padrão de afinação, com 440 vibrações por segundo.
O piano não é um instrumento transpositor: um C4 escrito soa como C4. Na lição sobre transposição, a nota que o piano toca é usada como o “som real” com que os outros instrumentos são comparados. Alguns pianos são maiores: um modelo da Bösendorfer tem 97 teclas, 9 a mais no grave, descendo até o C0. Essas cordas extras estão lá principalmente para ressoar e quase nunca são tocadas.
Ouça
- A0, C2, C4, C6, C8. As notas graves são profundas e soam por muito tempo; quanto mais você sobe, mais curta e brilhante fica a nota, e mais rápido ela some.
- O C4 fica no meio da pauta dupla; o A4 é a nota de afinação de 440 Hz.
- Primeiro o grupo de 2 teclas pretas, depois o grupo de 3.
- Do C1 ao C8. Cada degrau para cima é uma oitava: o mesmo nome de nota, só que mais agudo.
História e família
Antes do piano já existiam instrumentos de cordas com teclado. O clavicórdio apareceu no século XIV; uma pequena lâmina de latão empurra a corda para cima, e ele é tão baixinho que mal dá para ouvir a um ou dois metros de distância. O cravo apareceu na Itália por volta de 1500; ele belisca as cordas, e o volume fica quase igual, não importa como você aperte. O saltério de martelos, que bate nas cordas com pequenos martelos, também é visto como um dos antepassados do piano.
Por volta de 1700, em Florença, Bartolomeo Cristofori (1655–1731), que cuidava dos instrumentos da família Médici, construiu um instrumento novo, com martelos e abafadores. O escape dele deixava o martelo cair logo depois de bater, e as cordas eram mais grossas e mais esticadas que as do cravo. O piano mais antigo que existe até hoje é um que ele fez em 1720, com 54 teclas, que está no Metropolitan Museum of Art.
O piano logo se espalhou pela Alemanha e pela Inglaterra. J. S. Bach no começo achou os pianos de Gottfried Silbermann pesados demais para tocar e fracos no agudo, mas depois os elogiou. Em Viena, a mecânica de Johann Andreas Stein era leve e respondia rápido, e Mozart a adorava; em Londres, nas décadas de 1770 e 1780, a Broadwood e outros fabricantes desenvolveram a mecânica inglesa, mais robusta.
No século XIX, os pianos ficaram maiores e mais fortes. O francês Sébastien Érard inventou o duplo escape, que deixa uma tecla repetir rápido: patenteado pela primeira vez em 1808, com uma versão melhorada patenteada em 1821 no nome do sobrinho dele, Pierre Érard. Os pianos de cauda ainda usam essa ideia hoje. Estruturas de ferro fundido substituíram as de madeira, martelos de feltro substituíram os de couro e, nos anos 1850, a Steinway & Sons, fundada em Manhattan, Nova York, por Henry Engelhard Steinway em 1853, juntou no piano de cauda as cordas cruzadas (cordas graves passando na diagonal por cima das cordas agudas) e uma estrutura de ferro de uma peça só, ideias depois adotadas por fabricantes do mundo todo. A extensão cresceu de 5 oitavas (61 teclas) no fim do século XVIII para 88 teclas, que começaram a aparecer no fim dos anos 1860 e viraram padrão por volta de 1900.
A família do piano inclui o antigo fortepiano, o piano de mesa (piano quadrado), o piano de cauda, o piano vertical, o “piano girafa” (um dos primeiros verticais, um piano de cauda posto em pé, com a cauda para cima) e os pianos digitais e silenciosos de hoje. Por volta de 1860, o piano vertical substituiu quase totalmente o piano de mesa como o piano comum de casa.
- Século XIVAparece o clavicórdio
- c. 1500Aparece o cravo na Itália
- c. 1700Cristofori constrói os primeiros pianos em Florença
- 1720O piano mais antigo que existe hoje (Cristofori, 54 teclas)
- 1732Lodovico Giustini publica 12 sonatas, a música mais antiga que se conhece escrita e publicada para piano
- 1800John Isaac Hawkins faz o primeiro piano vertical pequeno que dá certo
- 1808O duplo escape de Sébastien Érard é patenteado pela primeira vez (versão melhorada patenteada pelo sobrinho Pierre em 1821)
- 1825Alpheus Babcock, em Boston, faz a primeira estrutura de ferro de uma peça só (para um piano de mesa)
- 1826Jean-Henri Pape, em Paris, patenteia os martelos cobertos de feltro
- 1853Henry Engelhard Steinway funda a Steinway & Sons em Manhattan, Nova York
- Anos 1850A Steinway junta cordas cruzadas e estrutura de ferro de uma peça só no piano de cauda
- 1862Claude Montal, em Paris, inventa o pedal tonal (sostenuto)
- 1868O primeiro piano de cauda de 88 teclas da Steinway (hoje no Met)
- 1878A Steinway patenteia o aro curvado de uma peça só
Para começar e cuidados
O som de um piano acústico muda com o seu toque e as cordas ressoam de um jeito rico, mas ele precisa de afinação, ocupa espaço e pesa cerca de 180–450 kg. O piano digital é leve, tem controle de volume, nunca precisa ser afinado e funciona com fones de ouvido, mas o toque e o som variam muito entre marcas e modelos. A Piano Technicians Guild (PTG), associação de técnicos de piano, sugere experimentar os dois antes de decidir e lembra que algumas habilidades só podem ser aprendidas num piano acústico.
A tabela de comparação da PTG lembra que os pianos digitais têm de 61 a 88 teclas, nem sempre de tamanho normal, e que só os modelos melhores têm teclas pesadas (com peso, como num piano de verdade) e pedais. Vale a pena conferir isso; teclados eletrônicos comuns não têm teclas pesadas. Antes de comprar um piano acústico usado, peça para um técnico de piano qualificado avaliar: um piano “de graça ou baratinho” pode acabar sendo o mais caro se precisar de uma reforma completa.
O piano vai desafinando aos poucos mesmo que ninguém toque, porque cada corda bem esticada vai cedendo devagar, principalmente no primeiro ano de um piano novo. A Yamaha sugere afinar pelo menos uma vez por ano, e duas vezes no primeiro ano; a PTG diz que a maioria dos fabricantes recomenda de três a quatro afinações no primeiro ano e pelo menos duas por ano depois disso. A frequência certa depende de quanto você toca e do clima.
Mudanças de umidade também mexem na afinação. Quando o ar está úmido, o tampo harmônico se abaula para cima e empurra o cavalete contra as cordas, e a afinação sobe; quando está seco, a tábua encolhe e a afinação desce. Nos dois casos, o meio do teclado é o que mais muda. Mudanças bruscas podem até rachar a madeira e soltar a cola, um pouco como uma porta de madeira que emperra na época de chuva.
- Deixe o piano num lugar onde a temperatura e a umidade fiquem estáveis: a PTG sugere cerca de 20 °C e 42% de umidade relativa, e insiste em manter a umidade estável.
- Mantenha o piano longe de saídas de aquecimento e de ar-condicionado, de fogões, portas e janelas, e longe do sol direto.
- Tire o pó com um pano macio; use um pano separado para as teclas e passe de trás para a frente, não de um lado para o outro.
- Se as teclas estiverem sujas, limpe com um pano bem torcido e detergente neutro diluído. Nunca use álcool (pode causar rachaduras) nem lenços umedecidos com produtos químicos que não sejam feitos para piano.
- Lave as mãos antes de tocar.
- O piano vertical solta muito som pela parte de trás: não o encoste numa parede externa; tapetes e cortinas grossas ajudam a não levar o som até os vizinhos.
- Se uma nota soar como duas notas diferentes, ou se tocar forte fizer um zumbido, peça para um técnico de piano verificar.
- The Met: The Piano: The Pianofortes of Bartolomeo Cristofori (1655–1731)
- The Met: Steinway & Sons Grand Piano, 1868
- Britannica: Piano
- Britannica: Keyboard instrument – Overstringing
- Britannica: Keyboard instrument – The English action
- MIMO: Hornbostel–Sachs 314.122-4-8
- Yamaha Musical Instrument Guide: Piano
- Yamaha Hub: Piano Pedagogy – Pedaling
- Baylor University: Piano Basics (open textbook)
- Piano Technicians Guild: Acoustic vs. Digital Piano (PDF)
- Piano Technicians Guild: Tips on Buying a Piano (PDF)
- Piano Technicians Guild: Piano Care FAQs
- Piano Technicians Guild: Humidity Control
- HyperPhysics: The Piano
- KTH: Gabriel Weinreich – The coupled motion of piano strings
- Steinway & Sons: Model D
- Steinway & Sons: About
- Britannica: Henry Engelhard Steinway
- Museum für Musik Basel: Fortepiano, Paris 1832
- CCRMA (Stanford): Stiff Piano Strings
Som de piano: Salamander Grand Piano, de Alexander Holm (CC BY 3.0).